Os novos vazamentos de GTA 6 continuam agitando a indústria de games de forma dramática. O grupo CyberLeek assumiu a autoria dos vídeos recentes e agora faz ameaças diretas contra outras grandes distribuidoras. Dessa forma, os invasores afirmam que o alvo principal envolve as empresas que apoiam a transição definitiva para o formato digital.
A organização publicou um manifesto online exigindo mudanças urgentes nas práticas comerciais do setor. O grupo critica duramente o abandono dos discos físicos e o formato atual das pré-vendas digitais. Além disso, os hackers cobram o fim dos conteúdos adicionais pagos que já estão no código base do jogo e pedem a preservação total de campanhas individuais após o encerramento de servidores.
Principais exigências do manifesto contra as distribuidoras
Os invasores listaram pontos cruciais que afetam diretamente a comunidade de jogadores em todo o mundo.
- Retorno obrigatório e valorização dos lançamentos em mídia física
- Fim da cobrança extra por conteúdos já presentes nos arquivos de instalação
- Garantia de acesso offline permanente para modos história após o fim de servidores
- Cancelamento de políticas agressivas de pré-venda totalmente digitais
Os novos registros revelam mecânicas inéditas de combate corporal, uso tático de armas de choque e cenas de voo sobre a cidade. Em um dos trechos, o protagonista Jason usa disparos de arma de fogo para desenhar a marca do grupo em uma parede. Portanto, essa cena reforça que os autores do ataque realmente operam uma versão jogável do título da Rockstar Games.
Contudo, a comunidade olha a situação com desconfiança, pois o grupo promove ativamente uma criptomoeda própria em sua página oficial. A Rockstar Games e a Take-Two Interactive não publicaram comunicados até o momento da publicação desta notícia, mas agem rapidamente para derrubar cada vídeo postado nas redes sociais. Esse padrão constante de remoções confirma a autenticidade do material divulgado na internet.

O debate sobre a preservação de jogos e a venda de mídias físicas ganha força com essas ações drásticas. Será que métodos agressivos como esses vão forçar as grandes empresas a respeitarem mais os direitos dos consumidores?








