Physint motivou o rompimento entre a Sony e a Kojima Productions após divergências sobre prazos e custos de produção. O jornalista Jason Schreier revelou detalhes internos que explicam a saída do projeto das mãos da dona do PlayStation.
Além disso, o fraco retorno financeiro dos títulos anteriores pesou diretamente na avaliação da empresa japonesa. A diretoria da gigante dos consoles optou por não arriscar novos aportes milionários em uma produção que avançava lentamente.
Bastidores apontam razões para o corte do projeto
O orçamento elevado assustou os executivos da PlayStation após o projeto ultrapassar o cronograma inicial estipulado. Por causa desse cenário incerto, a liderança preferiu interromper os repasses antes de assumir prejuízos maiores.
Dessa forma, a Kojima Productions buscou novas alternativas de financiamento no mercado global para manter o projeto vivo. A marca Xbox assumiu a produção para lançar o título tanto nos consoles da Microsoft quanto no PC desde o primeiro dia.
- Atrasos no cronograma inflacionaram os custos estimados de desenvolvimento.
- Vendas mornas da franquia Death Stranding desagradaram a diretoria da Sony.
- Mudanças recentes na liderança da PlayStation reduziram o apoio interno ao criador.
- Novo contrato com a Microsoft já prevê filmes e séries derivados da franquia.
O mercado de grandes produções impõe limites rígidos até para os nomes mais consagrados da indústria de games. Diante desse cenário desafiador, será que o ecossistema Xbox conseguirá transformar essa grande aposta no sucesso comercial que a Sony julgou inalcançável?








