Resident Evil Veronica
Resident Evil Veronica (Imagem: Capcom).

Os próximos capítulos da franquia de terror da Capcom prometem uma integração narrativa inédita. Informações recentes compartilhadas em uma publicação no ResetEra por parte do famoso insider Dusk Golem indicam que os aguardados remakes de Resident Evil Code: Veronica e Resident Evil Zero possuem laços diretos com Resident Evil Requiem, o título mais recente da série.

Embora a comunidade tenha especulado sobre um plano mestre da desenvolvedora, a realidade é mais orgânica. Como os três projetos foram desenvolvidos paralelamente, as equipes de criação compartilharam elementos narrativos e pontos de intersecção durante o processo de produção.

Detalhes sobre a conexão entre os jogos

  • Desenvolvimento simultâneo: A criação dos remakes ocorreu em conjunto com o desenvolvimento de Resident Evil Requiem, facilitando o alinhamento de roteiros e eventos cronológicos.
  • Papel de Albert Wesker: O icônico vilão, presente tanto em Resident Evil Code: Veronica quanto em Resident Evil Zero, deve atuar como o elo fundamental que explica a origem e as motivações vistas em Resident Evil Requiem.
  • Aprofundamento em Zeno: O antagonista de Resident Evil Requiem possui uma trama complexa que deve ser expandida através das novas versões desses clássicos.
  • Correções na cronologia: A Capcom busca utilizar os remakes para polir inconsistências narrativas acumuladas ao longo das décadas, tornando a jornada dos personagens mais coesa.

O futuro dos remakes na série

De acordo com os vazamentos, o remake de Resident Evil Code: Veronica tem lançamento previsto para 2027 (confirmado), seguido pelo remake de Resident Evil Zero em 2028. O produtor Yoshiaki Hirabayashi confirmou que o enredo do clássico de Claire Redfield passará por mudanças significativas em relação ao original. Enquanto isso, a Capcom descartou, no momento, novos remakes para o quinto e sexto jogos da franquia principal.

Resident Evil Veronica

Além da parte técnica e visual, a aposta da empresa parece ser na unificação do universo de terror. Ao conectar títulos distintos, a desenvolvedora tenta criar uma experiência mais imersiva para quem acompanha a evolução de Leon S. Kennedy e outros sobreviventes desde os eventos de Raccoon City.

Será que essa integração narrativa através de desenvolvimentos paralelos conseguirá elevar a coesão da franquia, ou as diferenças de época entre os jogos tornarão a experiência confusa para os novos jogadores?